Vinte anos de direção de arte, 3D e VFX por trás de um pipeline generativo que vai do briefing ao frame final — onde a IA renderiza e a direção decide.
O pipeline é sempre o mesmo, e é o oposto de escrever prompt e torcer. A imagem estática vem antes do movimento — porque é nela que a direção de arte é decidida, corrigida e aprovada.
O problema ou a ideia inicial. O que o filme precisa fazer, e para quem.
A tese visual. Uma frase que decide tudo depois: paleta, luz, ritmo, o que entra e o que fica fora.
Referência não é imagem para copiar, é regra para seguir. Define o padrão antes de gerar o primeiro frame.
Os frames-chave, gerados e dirigidos como imagem estática. É aqui que o filme é aprovado — antes de existir movimento.
Os plates viram vídeo. A animação parte de uma imagem já resolvida, não de uma descrição.
Quando o filme exige consistência — um objeto que reaparece, uma câmera que precisa de intenção, um ambiente visto de dois ângulos — o 3D entra antes dos plates. O 3D é o controle. A IA é o acabamento.
Somos um estúdio de direção de arte e motion. Trabalhamos com imagem há vinte anos — publicidade, 3D, VFX, motion — e desde 2024 construímos com IA generativa em produção real, não em teste de fim de semana.
O que nos interessa na IA não é a velocidade. É o que ela libera: dá para desenhar um mundo inteiro, testar dez direções de arte antes do almoço e chegar na reunião com o filme quase pronto em vez de um moodboard. O que ela não faz é escolher. Enquadramento, ritmo, peso de corte, o que fica fora do quadro — isso continua sendo ofício.
É por isso que o 3D não saiu do nosso processo. Ele entra onde a IA é fraca: consistência de objeto entre planos, câmera com intenção, geometria que se repete. O 3D é o controle. A IA é o acabamento.
Filmes, campanhas e conteúdo. Se o projeto pede imagem que ainda não existe, fala com a gente.