Fagner + power metal + IA.
Um clipe para uma versão que não existia. A canção romântica vira power metal, e o clipe leva a letra ao pé da letra: tudo acontece submerso.
Ler a letra ao pé da letra é a piada. A ingenuidade é o ponto.
Experimento autoral, sem vínculo com os detentores dos direitos da canção.
O experimento começa como piada e vira exercício de direção: se o gênero muda, tudo muda — luz, escala, figurino, gestual. A pergunta deixa de ser sonora e passa a ser visual.
Borbulhas, literalmente. O submerso resolve o clipe inteiro: dá a paleta, o movimento lento que combina com o épico do power metal, e uma justificativa física para a luz vir sempre de cima.
Vocalista, baterista, a musa, o mergulho, o resgate, o encontro. Plates gerados em ComfyUI com FLUX e complementados em outras ferramentas, todos já em formato vertical — o clipe nasceu para o feed, não foi cortado para ele.
Os plates ganham movimento e são montados no ritmo da música.
Ler a letra ao pé da letra é a piada. A ingenuidade é o ponto.