Experimento autoral · 2025

Borbulhas de Amor

Fagner + power metal + IA.

Ano
2025
Formato
Clipe · 9:16 · 48s
Função
Direção, direção de arte e produção visual
Ferramentas
ComfyUI / FLUX · Midjourney · IA de vídeo

Um clipe para uma versão que não existia. A canção romântica vira power metal, e o clipe leva a letra ao pé da letra: tudo acontece submerso.

Ler a letra ao pé da letra é a piada. A ingenuidade é o ponto.

Experimento autoral, sem vínculo com os detentores dos direitos da canção.

Processo_

Do briefing ao frame final
01 Ideia

E se a balada fosse power metal?

O experimento começa como piada e vira exercício de direção: se o gênero muda, tudo muda — luz, escala, figurino, gestual. A pergunta deixa de ser sonora e passa a ser visual.

02 Conceito

Tudo acontece embaixo da água

Borbulhas, literalmente. O submerso resolve o clipe inteiro: dá a paleta, o movimento lento que combina com o épico do power metal, e uma justificativa física para a luz vir sempre de cima.

03 Plates

Elenco e cenas, geradas em vertical

Vocalista, baterista, a musa, o mergulho, o resgate, o encontro. Plates gerados em ComfyUI com FLUX e complementados em outras ferramentas, todos já em formato vertical — o clipe nasceu para o feed, não foi cortado para ele.

04 Movimento

O clipe

Os plates ganham movimento e são montados no ritmo da música.

Ler a letra ao pé da letra é a piada. A ingenuidade é o ponto.