Uma jornada de transformação conduzida pelo fogo, pela madeira e pelo tempo.
Exercício de direção de arte e storytelling visual sobre a jornada do whisky. É o projeto onde 3D e IA dividem o trabalho de forma mais explícita: o 3D garante o que precisa se repetir, a IA entrega o que precisa impressionar.
O 3D é o controle. A IA é o acabamento.
Projeto autoral, sem vínculo comercial ou aprovação de marca. Criado como exercício de direção de arte.
Não é um roteiro inventado em cima do produto: é o produto contando como é feito. Grão, fogo, tempo. Três estados de matéria que já são três atos, e que dão ao filme uma estrutura antes de qualquer imagem existir.
Entre os primeiros frames construídos, um se impôs: a imagem que ficava na memória. A partir do momento em que ela apareceu, virou o padrão de luz, textura e escala ao qual todos os outros planos tiveram que responder.
A garrafa entra como asset pronto. A mesa e os barris são gerados com IA específica de assets 3D. A cena é composta e animada em 3D — e é isso que permite ver o mesmo barril, a mesma garrafa e a mesma mesa em planos diferentes sem que nada derive entre um corte e outro. Consistência não se pede em prompt: se modela.
Tudo que aparece uma vez só — a atmosfera da destilaria, a matéria, o fogo, a madeira — é gerado como plate de IA e animado com IA. Não precisa de consistência entre planos, precisa de impacto. É onde o pipeline generativo é imbatível.
As cenas de 3D são animadas em câmera controlada; os plates de IA ganham movimento por IA. A montagem costura os dois de modo que a origem de cada plano desapareça — que é exatamente o objetivo.
A construção e o resultado final de cada momento, lado a lado.
Bastidores — do conceito ao resultado
O 3D é o controle. A IA é o acabamento.